Correntina · Bahia · desde 1998

Quando o coração embala, a cultura dança.

A Junina Embalar do Corrente transforma tradição em movimento, juventude em potência e cada apresentação em memória viva.

JUNINA EMBALAR DO CORRENTECULTURA QUE TRANSFORMAJUVENTUDE EM MOVIMENTOTRADIÇÃO E INOVAÇÃO JUNINA EMBALAR DO CORRENTECULTURA QUE TRANSFORMAJUVENTUDE EM MOVIMENTOTRADIÇÃO E INOVAÇÃO

Mais que uma dança

Somos um encontro entre memória, coragem e futuro.

Em Correntina, no oeste da Bahia, uma ideia nascida em 1998 passou a reunir jovens, famílias, artistas e apoiadores em torno de um mesmo compasso.

A Embalar do Corrente preserva símbolos do São João e, ao mesmo tempo, cria coreografias inéditas, narrativas, figurinos e experiências capazes de surpreender. Cada ensaio exercita disciplina; cada par aprende cooperação; cada espetáculo reafirma que a cultura popular continua viva quando uma comunidade decide dançá-la.

Embalar é pertencer.
28

anos de história
desde 1998

44

integrantes na estrutura planejada
20 pares + reservas

8+

municípios alcançados
na Bahia e região

1

propósito coletivo
fazer a cultura florescer

Uma dança que atravessou mundos

Como a quadrilha se tornou brasileira

Role pela história. A imagem e a narrativa mudam conforme você avança.

0104

Dos salões ao Brasil

01 · Século XIX

Dos salões europeus à Corte brasileira

A quadrilha tem relação com antigas danças coletivas europeias, especialmente francesas e inglesas. No Brasil, chegou ao Rio de Janeiro no início do século XIX e ganhou prestígio nos bailes da elite imperial, onde era usada para abrir as celebrações.

O termo vem do francês quadrille, dança organizada em pares e figuras.
02 · Apropriação popular

O povo muda o passo — e muda a história

Ao circular pelo país, a dança deixou os salões e foi recriada em ruas, clubes, terreiros e arraiais. O marcador, os comandos, o casamento cômico, os trajes e os ritmos passaram a conversar com realidades rurais e urbanas brasileiras.

A tradição não ficou parada: tornou-se local, afetiva e comunitária.
03 · Renovação cênica

Coreografia, teatro e grandes narrativas

Especialmente a partir das últimas décadas do século XX, muitos grupos ampliaram a linguagem cênica. Surgiram montagens temáticas, figurinos sofisticados, cenografia, dramaturgia e circuitos competitivos — sem apagar a base coletiva da quadrilha.

Tradicional e estilizada são modos diferentes de atualizar uma herança.
04 · Reconhecimento

Uma manifestação da cultura nacional

Em 2024, a legislação brasileira passou a reconhecer expressamente as quadrilhas juninas como manifestação da cultura nacional. O reconhecimento reforça algo que os arraiais já sabiam: dançar quadrilha é produzir memória, pertencimento, trabalho coletivo e identidade.

A Lei nº 14.900/2024 atualizou a Lei nº 14.555/2023.

“A tradição não é guardar a cinza.

É manter o fogo aceso.”

Nossa história

Em 1998, Correntina começou a dançar uma ideia diferente.

1998

Nasce a Junina Embalar do Corrente

Idealizada e coordenada inicialmente por Leide Greice, Luciano, Márcio Salles e Ailton, conhecido como Tilixa, a quadrilha começou com 33 integrantes: 16 pares e uma porta-estandarte.

O grupo nasceu para despertar a potencialidade da juventude correntinense e provocar um novo olhar das autoridades e da comunidade sobre aquilo que os jovens eram capazes de criar.

01
O primeiro passo

Juventude, criatividade e pertencimento

Desde o início, a proposta foi fazer o novo sem perder a raiz: desenvolver talento, disciplina, responsabilidade e confiança por meio da dança.

02
O caminho se amplia

Da sede ao interior — e para cidades vizinhas

A Embalar realizou apresentações em Correntina e em municípios como Serra Dourada, Bom Jesus da Lapa, São Félix do Coribe, Santana, Santa Maria da Vitória e Canápolis.

03
Reconhecimento

Respeito conquistado com seriedade

Com mudanças na coordenação, nos passos, na organização e no estatuto, o grupo amadureceu. Vieram participações em concursos e colocações de destaque em Correntina, Barreiras e no distrito de São Manoel.

04
O presente continua

Uma história feita por quem escolhe ficar

Integrantes, famílias, coordenação, padrinhos e parceiros mantêm uma estrutura cultural construída majoritariamente por dedicação voluntária — movida pelo compromisso e pelos aplausos que atravessam gerações.

Cultura que faz diferença

O palco é bonito. O que acontece antes dele é transformador.

Uma quadrilha junina é também espaço de convivência, formação e responsabilidade. A Embalar trabalha para que os jovens descubram novos caminhos, reconheçam suas capacidades e entendam a força de construir algo em equipe.

Ajude a manter esse movimento vivo

Arte como caminho

Redescobrir nos jovens o prazer pela dança, pela criação e pela expressão artística.

Trabalho em equipe

Aprender que confiança, pontualidade, cuidado e união sustentam cada coreografia.

Diversidade respeitada

Construir um espaço de convivência que acolha particularidades e fortaleça vínculos.

Novas possibilidades

Mostrar aos jovens sua capacidade de realizar, representar a cidade e inspirar outras pessoas.

O que nos guia

Objetivos que viram atitude.

EMBALARdo Corrente
01

Fazer valer as culturas

02

Fortalecer a juventude

03

Praticar humildade

04

Crescer com ética

05

Construir em equipe

06

Levar alegria adiante

Vem para o nosso arraial

Há uma história esperando o seu próximo passo.

Quer dançar, colaborar, acompanhar os ensaios ou receber informações sobre a próxima temporada?